segunda-feira, dezembro 03, 2007

DESCONTOS DE NATAL

Cursos para melhor Cuidar e Entender o Jardim e a Horta

Quinta do Senhor do Bonfim

Cursos para melhor Cuidar e Entender o Jardim e a Horta

Orientação: Eng. Agrónomo José Pedro Fernandes (Orientador dos cursos da Fundação de Serralves)

Poda de Árvores de Fruto

Aquisição de conhecimentos teóricos e práticos para a execução de poda de árvores de fruto e arbustos de fruto.

Noções gerais acerca do crescimento e desenvolvimento de árvores e arbustos de fruto, podas de formação, manutenção e adaptação; métodos de corte; exemplificação prática.

Agricultura Biológica

O solo e a técnica de compostagem. A consociação e a rotação das culturas.

Breves referências acerca de tratamentos sanitários.

Multiplicação de Plantas e Enxertia

Aquisição de conhecimentos básicos para a multiplicação de plantas em casa, sementes e técnica de sementeira; técnicas de estacaria; enxertia e alporquia.

Flores comestíveis

Identificação de flores de jardim comestíveis. Introdução histórica, cultivo, espécies a utilizar, colheita e preparação das flore, utilização de flores comestíveis em sopa, saladas e sobremesas. Receitas e demonstração prática.

Calendário

Poda de arvores de fruto, 26 de Janeiro

Agricultura biológica, 2 de Fevereiro

Multiplicação de plantas e enxertia, 17 e 20 de Fevereiro

Flores comestíveis, 17 de Maio

Quinta do Senhor do Bonfim

Av. João Pinto Bessa, nº 154

Vila de Cucujães (4Km de S. João da Madeira, 35 Km do Porto)

962749827

966383300

256892455

quarta-feira, novembro 14, 2007

Semana Bio



Depois do sucesso de 2006, a SemanaBio – Semana Nacional da
Agricultura Biológica – volta a realizar-se este ano.

Nós daremos o nosso contributo, fique atento e não perca a oportunidade de participar e ficar a saber mais sobre a Agricultura Biológica.

CONTRIBUTO RAÍZES PARA A SEMANA BIO

De 17 a 25 de Novembro: oferta de uma abóbora hokaido a todos o novos clientes

22 de Novembro: Workshop - O Ambiente, o homem e a terra que o alimenta - Auditório Municipal de Gaia

segunda-feira, outubro 08, 2007

A sua família sabe o que come???

DIA 21 DE OUTUBRO PARTICIPAREMOS NO EVENTO PROMOVIDO PELO



ESPAÇO DIVINOS





A sua família sabe o que come???

domingo, 21 de outubro, das 10h00 às 17h30


Venha passar um domingo diferente com o seu companheiro(a) e filhos! O que lhe propomos para este dia é um "despertar de consciências" ao nível da alimentação.

Vamos ter connosco de manhã o Pedro Rocha, do projecto Raízes ( www.raizes.org) que nos vem falar de Agricultura Biológica, Desenvolvimento Sustentável e do Contributo da Sociedade para os dois tópicos anteriores.

Seguir-se-á um almoço vegetariano biológico (responsabilidade da casa!), e à tarde teremos connosco Edna Mendes, que nos vem falar de Vegetarianismo e da importância de uma Alimentação Saudável.

Ao longo de todo o dia, vamos ter connosco Susana Correia a entreter as crianças com vários projectos de expressão plástica, reutilizando objectos e despertando as crianças para o mesmo.

No final, será entregue aos participantes um dossier com dicas bastante úteis sobre os temas abordados.

Contribuição: 30,00€ por pessoa (famílias de 3 - 15% desconto, famílias de 4 ou mais - 25% desconto)

Inscrições: 226 154 338 / 917 816 906 até 18 de outubro

domingo, setembro 30, 2007

Entrevista na Rádio Universidade do Minho


DIA 7 DE OUTUBRO NA RUM
PROGRAMA CIÊNCIA PARA TODOS DAS 12H00 às 13h00
http://www.rum.pt/

No próximo dia 7 de Outubro poderá ouvir na Rádio Universidade do Minho uma entrevista sobre o Projecto Raízes.

Fique a conhecer mais em detalhe o nosso projecto.

Nossos objectivos, o que já foi feito, planos para o futuro, etc...

sexta-feira, setembro 21, 2007

Raízes e a Arte



A Raízes, para além da Agricultura Biológica e o seus projecto, procura também prover a Arte.

Temos por isso a prazer de convidar a todos para a Inauguração da exposição do nosso querido amigo D. Gorter.

http://gortaire.com

D. Gorter, pintor equatoriano, nascido em Quito em 1967.
As suas obras foram já expostas em paises como Equador, Guatemala, Alemanha, Suiça e Portugal.

D. Gorter foi também o artista convidado a participar na famosa exposição dos "United Buddy Bears"
















http://www.united-buddy-bears.com/de/bears/showinter.php?lang=en&bbbyear=2006&spbears=&bearid=203

Pela segunda vez em Portugal D. Gorter apresenta a exposição:

LUAR

Galeria 153 - Rua Alvares Cabral, 153
Inauguração dia 28 de Setembro, 22h00
Exposição até 25 de Outubro

segunda-feira, setembro 17, 2007

Receita da Semana: Cozido Irlandês de cevada

Cozido Irlandês de cevada


2/3 (chá) de cevada de cozimento rápido
(chá) de ervilha congelada
½ (chá) de tomilho seco
14 (sopa) de azeite
1 (chá) de sal
230 gramas de batata vermelha miúda, cortadas em quartos
2 pastinacas descascadas, em pedaços de 2,5cm
340 gramas de vagem, em pedaços de 2,5cm
2 nabos descascados, cortados em 8 gomos
2 cenouras em pedaços de 2,5cm


Aquecer o azeite em um panela grande, em fogo médio, sem deixar fumegar. Dourar ligeiramente a cenoura, a pastinaca e o nabo por cerca de 5 minutos. Acrescentar a batata, a cevada, o sal e o tomilho, mexendo bem para integrar os sabores. Adicionar 3 e 1/3 xícaras (chá) de água e deixar ferver. Abaixar bem o fogo, tampar e cozinhar por cerca de 10 minutos, até os legumes e a cevada amaciarem. Acrescentar a vagem, tampar a panela e deixar cozinhar por cerca de 5 minutos, até a vagem amaciar. Adicionar a ervilha e aquecer por cerca de 2 minutos, com a panela destampada. Se não encontrar cevada de cozimento rápido, que é pré cozida no vapor e fica pronta em 15 minutos, substituir pela cevada pérola comum, mas deixar cozinhar separadamente por cerca de 1 hora antes de utilizar na receita.

Homeopatia também para Animais - por Sabine Radke

Homeopatia clássica para animais

A Homeopatia clássica é uma terapia alternativa e holistica, que desenvolve o animal como um ´ser inteiro´ no aspecto físico e psíquico.
Ela vê a doença como um desequilíbrio da energia vital, que o organismo manifesta através de sintomas.

O medicamento homeopático provoca um estimulo, activando as próprias forças de cura do organismo e estimula as suas defesas imunitárias.
Este, por consequência, vai restabelecendo o equilíbrio interior que, enfim, vai promover a cura.

A Homeopatia não se limita a suprimir apenas os sintomas, mas procura as causas de doenças e actua sem efeitos secundários.
A terapia homeopática obtém resultados muito satisfatórios em doenças crónicas como agudas e em problemas psíquicas e comportamentais.
Em doenças crónicas como agudas e também em problemas psíquicas e comportamentais pode a terapia homeopática ajudar ao animal numa maneira suave e eficaz.

“Similia similibus curentur”

O fundador da Homeopatia foi o médico alemão Samuel Hahnemann, que, em 1796, conseguiu que a Homeopatia fosse reconhecida oficialmente.
Enquanto médico, não estava satisfeito com as praticas da medicina da sua época e procurava novas terapias mais eficazes e suaves.
Através da experiência própria chegou a tomar doses puras de varias substâncias e começou de manifestar sintomas, iguais aos daquelas doenças, que foram tratadas com as mesmas substâncias. Passados alguns dias sem tomá-los, os sintomas desapareceram.
Hahnemann chegou a conclusão que os medicamentos eram capazes de produzir sintomas numa pessoa saudável e curar ao mesmo tempo os sintomas equivalentes numa pessoa doente.

Ele conseguiu assim determinar a lei da similitude, que é o fundamento da Homeopatia:
“Similia similibus curentur” = tratam-se semelhantes com semelhantes.

O próprio Hahnemann aconselhava na sua obra mais importante “Organon der Heilkunst”
( Organon da arte de cura ) que os animais, como os humanos, fossem tratados com os medicamentos homeopáticos.


Os medicamentos homeopáticos

Os medicamentos homeopáticos são testados em pessoas ( e não em animais ) da mesma forma como já foram feitas as provas do medicamento pelo próprio Hahnemann.
Os medicamentos consistem em substâncias de origem de plantas, minerais e elementos de animais.
São diluídas e dinamizadas não só para eliminar a toxicidade de algumas substâncias, como por exemplo a Belladonna ou Mercúrio, mas também para intensificar o efeito.
Quanto mais uma substância é dinamizada, mais profunda é a sua eficácia.
Os medicamentos apresentam-se em tintura, grânulos, comprimidos ou gotas e são aplicados por via oral, de forma a serem rapidamente absorvidos pela mucosa bucal.

segunda-feira, setembro 03, 2007

domingo, setembro 02, 2007

Ponto de Venda O Quintal - Dia 22de Setembro


Dia 22 de Setembro, venha conhecer o nosso Ponto de Venda e o nosso projecto.

O Quintal - Rua do Rosário 177 a partir da 16h00

Estaremos no Quintal com os nossos cestos, para que possa apreciar melhor a qualidade do nosso serviço, falar connosco sobre o nosso projecto. Descubra como ter acesso ao nossos produtos através do Quintal.

Poderá ainda no mesmo dia saborear os deliciosos chás servidos no Quintal, entre muitas outras coisas deliciosas que por lá há.
No mesmo dia aproveite o passeio para visitar as diversas inaugurações de arte a terem lugar na Rua Miguel Bombarda.

Receita da Semana: Feijoada de Cogumelos, Coentros, Tomate, Pimento e Seitan

Serve:

2 pessoas

Ingredientes:

azeite

1/4 pimento verde

1 tomate

150gr de cogumelos

2 ramos pequenos de coentros

1 colher de sobremesa de sal marinho

1 colher de chá de Colorau

1 colher de sobremesa de alho em pó

1 colher de sopa de margarina vegetal (LIDL)

1/2 frasco de feijão branco

200g de seitan

Preparação:

PANELA 1

Encher o fundo do tacho com azeite. Cortar tudo aos bocados pequenos, tudo do mesmo tamanho. Juntar o pimento, os cogumelos, o tomate, o seitan, o colorau e o alho em pó. Deixar ali no azeite quente durante um pouco, deixar pegar ligeiramente ao fundo mas não a deixar queimar. Lavar muito bem o feijão para não ficar com a goma de conserva do frasco. Deitar metade do frasco na panela. Juntar os coentros. Tapar. Mexer bem 5 minutos. Juntar a margarina vegetal. Por o sal marinho. Juntar um copo de água quente. Tapar.

PANELA 2

Aquecer água numa panela e juntar a massa. Ir mexendo bem para não se pegar ao tacho.

FINAL:

Este prato pode-se acompanhar com arroz. Eu normalmente escapo ao arroz branco e faço massa. Qualquer tipo serve pois tem imensa proteína, ao contrário do arroz branco que tem 0 gramas proteicas.

Porto Contra os Transgênicos

De 16 a 18 de Setembro vai acontecer na cidade do Porto (Norte de
Portugal) uma Reunião Informal de Ministros da Agricultura europeus.
Terá lugar na Alfândega do Porto (Rua Nova da Alfândega).
http://www.eu2007.pt/UE/vPT/Reunioes_Eventos/Informais/Informal_agricultura.htm

É uma boa oportunidade para a sociedade civil dizer o que pensa sobre as
políticas agrícolas.

Um grupo de pessoas preocupadas, vai aproveitar a ocasião para protestar
contra os transgénicos e as leis que protegem as multinacionais em vez
do ambiente e da saúde das pessoas.

Vai haver música, teatro, dança contra os ogm... dependendo do número de
pessoas que estão interessadas em participar!

Esta é uma luta que vale a pena agarrar, em risco está a diversidade
biológica que milhões de anos de evolução aperfeiçoaram. Luta por esta
herança da Terra!

Se queres participar, ou saber mais, contacta porto@gaia.org.pt

Temos de aproveitar esta oportunidade!!

domingo, agosto 19, 2007

Receita da Semana - Creme de Abóbora










Ingredientes:

750 g de abóbora
3 tomates maduros
1 cebola grande
60 g de manteiga
7,5 dl de água ou de leite (aprox.)
1 colher de sobremesa de açúcar
sal
pimenta
2 gemas

Confecção:

Descasque a abóbora e corte-a em cubos.
Tire a pele e as sementes ao tomate e corte-o em bocados.
Descasque a cebola e corte-a em rodelas.
Leve estes legumes e metade da manteiga ao lume num tacho com o fundo espesso.
Deixe estufar durante 30 minutos.
Reduza tudo a puré passando por um passador ou batendo os legumes num copo misturador.
Dissolva o puré com água ou leite em quantidade necessária para obter cerca de 1 litro de sopa.
Tempere com o açúcar, sal e pimenta.
Leve ao lume e deixe ferver 2 minutos.
Conserve a sopa tapada até a altura de servir.
Antes de servir, deite numa terrina a restante manteiga em bocadinhos e as gemas.


Esta deliciosa sopa pode ainda ser servida com uma colher de natas em cada prato.

Aconselhamos o uso de abóbora menina, butternut ou hokaido e desafiamos a acrescentar à receita gengibre e acrescentar sementes de abóbora tostadas no prato depois de servir.

domingo, julho 29, 2007

Receita da Semana - Esparguete à Paraiso

Esta receita, dita afrodisíaca , é a nossa sugestão para esta semana...para um começo de verão quente.

Nesta receita poderá experimentar o uso da Chalota, tubérculo que esta semana introduzimos na nossa lista de produtos.

A Chalota é uma erva da família das aliáceas, originária da Ásia central. Seu nome vem de Ascalon, cidade da Palestina onde era cultivada. Como a maioria das plantas deste gênero, é utilizada com fins culinários. A parte comestível está na raiz, que forma bulbos ovais e seu sabor pode ser definido entre o do alho e o da cebola.


Ingredientes:

150 g de cogumelos laminados;
250 g de esparguete;
1 molho de espinafres lavados e arranjados;
1 chalota picada;
2 dl de natas;
1/4 de chávena de queijo parmesão ralado;
noz-moscada q.b.;
sal e pimenta q.b.;
6 colheres de sopa de manteiga sem sal.
Confecção:

Cozer o esparguete em água com sal durante 12 minutos. Escorrer.
Derreter a manteiga numa frigideira.
Juntar a chalota picada e os cogumelos laminados, saltear durante 3 minutos.
Juntar os espinafres picados e saltear durante mais 1 minuto.
Temperar com sal e pimenta.
Juntar o esparguete aos vegetais e retirar do lume, misturando bem.
Juntar as natas e o parmesão.
Colocar numa travessa e polvilhar com noz- moscada.
Servir imediatamente.

quarta-feira, julho 25, 2007

Agricultura Biológica vs Desenvolvimento Sustentável (parte I)

INTRODUÇÃO


A ideia da Agricultura Biológica é por si só louvável e imprescindível para que todas as pessoas possam, cada vez mais, ter acesso a produtos alimentares com a devida qualidade nutritiva, sem a presença de contaminantes que colocam em causa a nossa saúde a médio e longo prazo.

Preocupa-nos contudo uma ideia talvez redutora da Agricultura Biológica que promove apenas uma simples conversão dos sistemas agrícolas convencionais.

Para nós, Agricultura Biológica é apenas uma parte da resolução de um problema complexo que tem haver com todo o processo de produção, distribuição e abastecimento da nossa sociedade com bens alimentares.

Falamos naturalmente das cidades pois é neste local que se concentra a maioria da população.

A População urbana aumenta rapidamente, sendo hoje superior à da população rural, estando previsto ainda que seja o dobro desta nos próximos trinta anos.

As zonas de produção Agrícola afastaram-se das cidades e com isso aumentou a necessidade de transportes e de produção para justificar os custos de produção.

Em média os produtos alimentares viajam 15.000 Km até chegar à nossa mesa, vindos de todas as partes do mundo. Tudo isto significa, maior necessidade de energia, mais emissões de carbono, mais área ocupada, etc...

Aquilo que tentaremos abordar aqui, não é apenas a importância da Agricultura Biológica, mas também a necessidade de que esta seja ecológica.

Para percebermos melhor o conceito de Agricultura Biológica e Ecológica, aconselhamos a olhar para o conceito de Pegada Ecológica e convidamos todos a fazer um teste no site: http://www.earthday.net/footprint/index.asp


PEGADA ECOLÓGICA


MUNDIALMENTE, EXISTEM 1.8 HECTARES GLOBAIS DE ÁREA BIOLOGICAMENTE PRODUTIVA POR PESSOA.


Incrivelmente uma cidade como Londres, necessita de 8 Hectares por habitante. Ou seja, uma cidade apenas representa mais de 80 milhões de hectares.

No meu caso concreto a minha pegada ecológica situa-se nos 3,3 hectares. Bem acima dos 1,8 hectares disponíveis.


CATEGORIA HECTARES GLOBAIS

ALIMENTAÇÃO 0.8

MOBILIDADE E TRANSPORTES 0.5

HABITAÇÃO 0.9

BENS DE CONSUMO E SERVIÇOS 1.1

VALOR TOTAL DA PEGADA 3.3


Este valor apesar de estar bem abaixo da média nacional, 4,5 hectares, é no entanto bastante alto para a área de 1,8 hectares disponível por habitante do planeta.

Como se faz entender pelo princípio da Pegada Ecológica, o nosso estilo de vida está directamente relacionado com a ocupação de uma área. Se a soma dessas áreas, (da população mundial), for superior à área total disponível isso quererá dizer que estamos num caminho insustentável.

Recordo que a sustentabilidade requer que não se coloquem em causa as necessidades das gerações futuras.


CIDADES SUSTENTÁVEIS


Dentro daquilo que foi escrito anteriormente será facilmente compreendido pelo leitor que existe uma profunda necessidade de alterar o conceito de cidade, conforme as conhecemos.

A cidade para ser sustentável terá de ser mais do que um mar de betão, estradas, pessoas, comercio e industria. Existe a necessidade de criar um equilíbrio, criar zonas verdes, dar espaço a meio natural. Mas, no conceito de cidades sustentáveis deverá também ser adicionada à fórmula a agricultura urbana e peri-urbana. Só dessa forma será possível reduzir os enormes gastos energéticos dispendidos no transporte de alimentos, na conservação e armazenagem, etc...

Contudo não basta haver agricultura urbana e peri-urbana, para que esta seja sustentável. Certamente não fará qualquer sentido que essa agricultura seja intensiva, contribuindo para a equação de problemas ambientais. Quando falamos em agricultura urbana e peri-urbana estamos obviamente a considerar que esta terá de ser, a Agricultura Biológica.

domingo, julho 22, 2007

Receita da Semana - Acelga au gratin

INGREDIENTES

1/2 dz. de folhas de acelga
2 colheres (sopa) de salsinha
1 colher (sopa) de sal
4 colheres (sopa) de margarina derretida
2 colheres (sopa) de queijo ralado (opcional)
2 colheres (sopa) de farinha de rosca

MODO DE FAZER

Cozinhar a acelga em água salgada com cheiro verde. Depois de cozida, deixar escorrer bem e colocar num prato que possa ir ao forno. Coloque uma camada de margarina derretida em cima de uma camada de folhas de acelga, outra de margarina até acabar as acelgas, sendo a última camada de queijo (se desejar) coberta de farinha de rosca. Levar ao forno para dourar.

Rendimento: 6 a 8 porções
Valor calórico total: 623 calorias



Info sobre a Acelga

Possui boa quantidade de vitamina A, B5 (Niacina) e C. A vitamina A mantém a normalidade da vista e a saúde das mucosas e pele, participa da formação do esmalte dos dentes e ajuda no crescimento. A vitamina B5 (Niacina) previne problemas do sistema nervoso e do aparelho digestivo.

A vitamina C evita problemas relacionados à fragilidade dos ossos, de pele e hemorragias, age contra infecções e promove resistências aos vasos sanguíneos. A acelga é um excelente laxante e muito eficaz contra os cálculos biliares.

segunda-feira, julho 16, 2007

Beterraba

A beterraba (género Beta) é uma planta herbácea da família das Quenopodiáceas, por Cronquist, ou das Amarantáceas, pela APG. O nome é derivado do substantivo francês betterave (sendo bette a acelga, e rave nabo). A raiz tuberculizada, serve para além do fins culinários, para produção de açúcar (sacarose). Também existe uma variante cultivada para alimentação animal.

A beterraba é rica em açúcares. Destaca-se como uma das hortaliças mais ricas em ferro, tanto na raiz quanto nas folhas. Quando em condição natural, a beterraba se conserva por até uma semana, se mantida em local fresco e sombreado. Em geladeira, pode ser mantida por até 15 dias, embalada em saco de plástico perfurado. Quando guardadas já descascadas, raladas ou picadas, sua durabilidade será reduzida a três ou quatro dias devendo obrigatoriamente serem conservadas em geladeira, dentro de saco ou vasilha de plástico.

Receita da Semana - Pãezinhos de Beterraba

Ingredientes:
1 beterraba descascada e cortada em cubos
2 chávenas de água
1 chávena de sumo de laranja
1 pacote de fermento biológico seco instantâneo
1 colher de café de sal
1kg de farinha de trigo
óleo q.b

Preparação:
Coze a beterraba com a água. Depois de cozida, coloca no passe-vite e reduz a puré. Numa taça, junta todos os outros ingredientes, com excepção da farinha, e mistura bem. Acrescenta aos poucos a farinha, misturando com as mãos, até ficar uma massa homogénea. Deixa descansar durante 15 minutos, coberta com um pano. Divide a massa em 20 pedaços e faz bolinhas. Coloca estas bolinhas numa assadeira levemente untada com óleo, e deixa descansar novamente, sempre coberta, até dobrar de volume. Leva ao forno cerca de 35 minutos.

Almoço de Domingo









sábado, julho 14, 2007

PROMOÇÃO VERÃO - ATÉ SETEMBRO

ESTA PROMOÇÃO CONTEMPLA NOVOS CLIENTES QUE QUEIRAM ADERIR AO SISTEMA DE ENTREGA DE CABAZES DA RAÍZES


Na encomenda do seu primeiro cesto oferecemos a taxa de transporte; (€ 2,00)

Seja amigo do ambiente, apoie a Agricultura Biológica, contribua para que esta se torne cada vez mais no método agrícola comum.

sexta-feira, julho 06, 2007

Courgette - Cucurbita pepo L.












Info sobre Courgette - Cucurbita pepo L.

A Courgette, como é correntemente conhecida é um fruto colhido ainda verde e por isso de dimensão pequena ou média. Este fruto pertence à família das cucurbitáceas, onde se incluem também, as melancias, melões, pepino. Se deixarmos a Courgette se desenvolver esta formará uma Abóbora com dimensões que podem espantar a maioria das pessoas, visto só conhecerem o fruto no seu estado inicial de desenvolvimento.

Todas as espécies cultivadas do género Cucurbita, onde se inclui a Courgette, tiveram a sua origem na América, sendo a C. pepo já um ingrediente fundamental da alimentação dos Maias, há 10 000 anos e foi a primeira Cucurbita a ser introduzida na Europa.

A Courgette (C. pepo), é um fruto de fácil digestão, rico em água e Niacina.
A Niacina, também conhecida por Vitamina B3, tem essencialmente as seguintes contributos para o nosso organismo:
-Pele Saudável;
-Protecção de fígado, tecidos nervosos e aparelho digestivo
-Ajuda a regular a taxa de colesterol no Sangue.

Receita da Semana - Gratinado de Courgette

Ingredientes (para 4 pessoas):
3 curgetes
3 tomates não muito maduros
3 ovos
3 colheres de sopa de natas
15g manteiga
2 dentes de alho
1 pitada de caril
cominhos
noz-moscada
tomilho
sal q.b
pimenta q.b

Preparação:
Lava as curgetes e os tomates. Corta-os às rodelas e dá-lhes uma pré-cozedura a vapor durante 5 minutos. Barra uma travessa com a manteiga. Pica os dentes de alho e junta-os com os ovos, as natas, e as especiarias. Bate tudo e tempera. Coloca na travessa alternadamente as curgetes e o tomate. Cobre com a mistura dos ovos. Leva ao forno 20 minutos.

quarta-feira, julho 04, 2007

Cesto da Semana

BRONCOS SOMOS NÓS


Broncos somos nós


O livro Ismael é um soco no estômago atestado da Civilização. Atinge as suas falsas-evidências. Derruba as suas gloriosas conquistas. Abanão que nos confronta com verdades que facilmente pomos à borda do prato. Exemplos: a produção alimentar mundial ultrapassa as necessidades actuais da humanidade apesar de milhões de pessoas passarem fome; ou, a extinção diária de mais de cem espécies como se isso nada tivesse a ver connosco, como se não dependesse da nossa atitude face ao mundo e ao outro.

Daniel Quinn (1935, Nebraska/EUA) crê que o homo sapiens sapiens , o supra-sumo Homem civilizado desta História auto-biográfica que ele próprio ditou/dita, conseguiu a proeza não só de destruir povos e culturas, espécies animais e vegetais, como de continuar irremediavelmente a destruir a Terra – há ainda quem acredite que esta História não terá um fim?

Este livro que inspirou o álbum Yield dos Pearl Jam e que muita tinta tem feito correr, descreve-nos como a Civilização à má-fila, da paulada ao napalm, do gás à bomba atómica, passando pelas armas virtuais da hipocrisia maciça, vai evoluindo malhando, isto é, fazendo seu mais um quinhão do mundo, ora por causa do repolho e da broa, ora mais comummente por causa do poder e da glória. Nesta macacada, é inquietante a questão que o escritor norte-americano deixa em aberto: será o Homem o primeiro ser vivo a parar a evolução das espécies? Ou seja, pelo andar da carruagem não haverá um homo sapiens sapiens sapiens a rir-se de nós e da nossa primitividade.

Seremos assim tão broncos?


Ismael – Como o mundo veio a ser o que é, Daniel Quinn

Via óptima


Preço editor: 14.50

Preço especial Vadio: 12.30 (15% desconto)

(o livro encontra-se à venda na livraria Gato Vadio)


Os Vadios

7 de Julho, sábado às 21h30

Gato Vadio, rua do rosário 281, Porto


A Comunidade de Leitores Vadios está de volta.

Leia o livro escolhido, apareça e traga as suas ideias.

Caso não leia o livro, apareça na mesma, mas se não trouxer ideias pagará um imposto de leitura!

domingo, julho 01, 2007

Receita da Semana - Sopa de Tomate

Sopa de Tomate

Ingredientes:
8 tomates maduros
2 curgetes grandes
10 dentes de alho
2l de água
1 colher de sopa de sementes de cominhos
5 folhas de hortelã-pimenta
azeite q.b

Preparação:
Refoga metade dos alhos partidos ao meio e as curgetes em cubos pequenos num pouco de azeite e água. Junta os tomates em pedaços pequenos. Mexe bem e adiciona 2 litros de água. Deixa 15 minutos em lume brando. Tosta os cominhos e esmaga-os com o resto dos alhos. Junta este preparado à sopa e deixa ao lume mais 5 minutos. Apaga e adiciona a hortelã e um fio de azeite. Mexe um pouco e está pronta.

sábado, junho 30, 2007

50 Espaços Verdes


Para mais informações entre em contacto consulte o site da Campo Aberto ou vá directamente para o link; http://www.campoaberto.pt/files/50espacos/inscricao_almoco_biologico.pdf

domingo, junho 24, 2007

quinta-feira, junho 14, 2007

GOMAS

Ontem ao passar num supermercado conhecido como, "barato", reparei em algo que me fez pensar.

1 pacote com 400 gr de gomas a € 1,49

As gomas eram do pior que existe. Corantes, conservantes, açucar do pior e em quantidades fora do normal, para além das substâncias sintéticas que são incluidas para fazer das gomas algo entre plástico e gelatina.

Enfim!!! Por um momento parei para pensar e reparei que o preço/Kg das ditas Gomas é de:

€ 3,73/Kg (por Gomas do pior que há)

Interessante pensei eu!! Incrível!!!

Deixo aqui uma lista de produtos BIO possiveis de encontrar com preço/Kg mais barato do que a horríveis Gomas.

Alho Francês
Batata
Cebola
Cenoura
Courgette
Couve Rábano
Pepino
Rabanetes
Laranja
Pêra
Couve Lombarda
Acelga
Abóbora

Afinal alguém pode explicar qual é o conceito de caro!!!!????

terça-feira, maio 22, 2007

PALESTRAS SOBRE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

Durante estas duas semanas a Raízes falará do seu projecto e sobre desenvolvimento sustentável.

22 de Maio às 19h00 - Rua do Almada, 555 - Porto

dia 23 de Maio às 22h00 - Fnac GaiaShopping

dia 30 de Maio às 18h00 - Fnac Sta. Catarina

quarta-feira, abril 18, 2007

Inauguração de Ponto de Venda

INAUGURAÇÃO DE PONTO DE VENDA NO MERCADO DE SABORES - SEXTA-FEIRA ENTRE AS 12H30 E AS 14H30, 20 DE ABRIL

RUA HERNÂNI TORRES, 211


Esta sexta-feira inauguramos o nosso Ponto de Venda no Mercado de Sabores, ( http://www.mercadodesabores.com ), estaremos presentes entre as 12h30 e as 14h30 para que todos os interessados possam ver e se informar sobre o funcionamento do Ponto de Venda.

O Ponto de Venda Raízes é um local onde se podem efectuar encomendas e levantar cabazes de legumes e frutas bio.
Concentrando um maior número de encomendas num só ponto é possível tornar os produtos Bio um pouco mais económicos, tornando-os assim mais acessíveis.

Venham visitar o Mercado de Sabores e saber mais sobre nós e os nossos cabazes.

domingo, março 25, 2007

Jantar BIO

Foi na Casa-Viva este último sábado, na Praça do Marquês 167

Juntos a Raízes e Rotomat proporcionaram um momento diferente. Um momento onde se torna possível comer comida biológica a preço de churrasqueira.
Esta acção paralela às nossas actividades serve para que a alimentação BIO possa chegar a mais gente.

O Jantar incluiu na Ementa:

Sopa ao estilo alemão;
Estufado de Pirinelis c/ Millet
Salada de Alface com molho de iogurte
Chá de Hortelã

Preço do jantar: € 4,50

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sábado, março 17, 2007

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sexta-feira, março 16, 2007

Caos urbanístico em Portugal: escolha política ou fatalidade cultural?

Este é um artigo que encontrado no Blog, (http://ambio.blogspot.com) e apesar da sua extensão merece que seja lido com atenção.

Aqui se explicam algumas das causas pelas quais o impera o caos no que respeita à urbanização dos nossos solos e razões para que o solo seja pouco valorizável quando para fins agrícolas ou de reserva ecológica/natural, etc...
A regra é: Qualquer solo vale menos se não puder ter cimento em cima.

Assim sendo, perdoem-me o sarcasmo. Mais valia cimentar um pais para sermos finalmente ricos...pelo menos o nosso solo valeria ouro.

Deixo-vos com a transcrição da entrevista.

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Entrevista integra dada por Pedro Bingre do Amaral ao Jornal Expresso a 5 de Novembro de 2005.

EXPR: Acha que a actual legislação sobre urbanismo e planeamento é adequada?
PBA: Uma árvore avalia-se pelos seus frutos. O valor de uma Lei urbanística deve avaliar-se não apenas pela óptica puramente jurídica, mas também pelos resultados que produz no terreno. O caos urbanístico que alastrou por todo o país, sobretudo nos últimos quinze anos, vicejou ao abrigo da Lei. Os grandes horrores urbanísticos dos subúrbios de Lisboa e Porto são na sua imensa maioria legais. O estado devoluto das centenas de milhares de habitações retidas em açambarcamento especulativo é legal. O abandono a que está votado 1/3 do espaço agro-florestal do país é legal. O loteamento e a urbanização de enormes subúrbios, em quantidades e preços desajustados à sociedade portuguesa são legais. A péssima qualidade arquitectónica e urbanística das expansões urbanas é legal. É legal, apesar de imoral, a especulação desenfreada sobre o solo urbanizável, que chama a si até metade do preço final dos edifícios. Em suma: o planeamento urbanístico e o ordenamento do território que resultam desta legislação não são nada brilhantes. Os inúmeros planos de ordenamento do território (regionais, municipais, especiais, &c) que dela emergiram desde os meados da década de noventa não impediram a expansão do caos urbanístico: apenas lhe deram um verniz de legalidade.
É importante notar que os vícios da actual legislação urbanística vão além dos efeitos concretos e perniciosos que provocam sobre o território. Valores tão axiomáticos de um Estado de Direito, como a equidade e a justiça, são por ela violados. O estabelecimento de um plano de ordenamento do território é um acto normativo de extraordinário impacto económico que, nos moldes da nossa legislação actual, produz enormes injustiças, sobretudo no que concerne às mais-valias resultantes do processo de planeamento.
Imagine-se, a título de exemplo, que é promulgado um Plano de Ordenamento do Território sobre um município onde existe uma acentuada procura de habitação a par de uma moderada procura de terrenos para o exercício da agricultura, como tantos da faixa litoral entre Setúbal e Braga. À partida, os empresários agrícolas encontram-se dispostos a adquirir terrenos para cultivo por um valor máximo de 5.000 € por hectare, montante acima do qual a aquisição condenaria à insolvência os seus empreendimentos agrícolas. Os empresários da construção civil, em contrapartida, estão dispostos a adquirir quaisquer terrenos urbanizáveis por 1.000.000 € por hectare.
Entra então em vigor um novo Plano de Ordenamento do Território que passa a estabelecer quatro categorias de uso do solo, além das manchas de uso urbano já consolidadas: urbanizável, agrícola e reserva natural integral. Como resultado, verifica-se que:
• Os proprietários de solos agrícolas entretanto classificados pelo POT como agrícolas vêem o seu património manter o valor de mercado que já detinha;
• Os proprietários de solos agrícolas reclassificados como “urbanizáveis” vêem os seus terrenos valorizarem-se a 20.000%.
• Os proprietários de solos agrícolas reclassificados como “reserva natural integral” vêem os seus terrenos perderem qualquer valor de mercado e todo o valor de uso.
Estamos, pois, perante um exemplo extremo do carácter discriminatório do plano de ordenamento, que viola o princípio da igualdade de tratamento do Estado a todos os cidadãos. Uns terratenentes ganharam uma “fortuna trazida pelo vento”, outros ficaram indiferentes, outros ainda foram virtualmente expropriados. Toda esta iniquidade é legitimada pela nossa legislação actual. O mecanismo das perequações actualmente em vigor não resolve este problema.

Especial atenção merece, no seio deste exemplo, a questão das tais “fortunas trazidas pelo vento” ou, melhor dizendo, das mais-valias geradas pela promulgação de planos de ordenamento do território. Segundo a ordem jurídica vigente em Portugal, as mais-valias urbanísticas (o incremento do valor que um solo rústico ganha quando é reclassificado de urbanizável) pertencem ao proprietário do imóvel afectado. Dada a enorme magnitude destas mais-valias um proprietário cujo terreno agrícola tenha sido reclassificado de urbanizável em sede de POT (no caso em epígrafe, 995.000 € por hectare), ou cujo loteamento e urbanização tenham sido aprovados durante o período de suspensão de PDM, goza o privilégio de ter tido a Administração Pública a instantaneamente multiplicar por dezenas ou centenas o valor do seu património imobiliário. É imoral que a legislação conceda a um proprietário de solos agro-florestais semelhante fortuna imerecida, que terá de ser desembolsada por toda a sociedade. Merece a pena citar o seguinte trecho de Stuart Mill (Principles of Political Economy [1848], livro 5, capítulo II):

“Suponhamos que existe um género de renda que tende a aumentar de valor sem qualquer sacrifício ou esforço da parte dos seus proprietários: esses proprietários constituem uma classe que enriquece passivamente às custas da restante comunidade. Neste caso o Estado não estaria a violar o princípio da propriedade privada se recapturasse este incremento de riqueza à medida que ele vai surgindo. Isto não constituiria propriamente uma expropriação, mas apenas uma canalização em benefício da sociedade da riqueza criada pelas circunstâncias colectivas, em lugar de a deixar tornar-se o tesouro imerecido de uma classe particular de cidadãos. Ora, este é justamente o caso da renda do solo [no seio da qual se encontram as mais-valias urbanísticas].”

A filosofia de Stuart Mill, no que concerne às mais-valias urbanísticas, informou e orientou a legislação urbanística de todo o Ocidente desde os meados do século XX. Em Portugal isto ainda não sucede, com os nefastos resultados sociais, económicos e ambientais que sobejamente conhecemos.

EXPR: Como acabar com a proliferação de excepções aos planos urbanísticos?
PBA: Quase todas as excepções aos planos que os proprietários de solos agro-florestais procuram obter para os seus terrenos consistem ou na inclusão das suas propriedades em perímetros urbanizáveis, ou, no caso de essas propriedades já serem urbanizáveis de antemão, no aumento dos índices de construção que lhes haviam sido atribuídos. Em ambos os casos o que sucede, caso vinguem as suas intenções, é que o mero acto administrativo que torna os solos urbanizáveis ou aumenta os seus índices construtivos faz aumentar automaticamente dezenas ou centenas de vezes o valor inicial do imóvel. Por outras palavras, graças a um mero acto administrativo o terratenente vê aumentar copiosamente o valor do seu património imobiliário, ou seja, recebe uma enorme mais-valia urbanística. Se, à semelhança da legislação dos restantes países ocidentais, a nossa Lei consagrasse de modo claro e inequívoco a recaptura pública desta mais-valia (por exemplo, levando o proprietário a pagar ao Estado uma taxa idêntica à valorização que o terreno sofreu pela excepção reclassificatória), os terratenentes perderiam o afã de lotear os seus terrenos.
A procura de excepções aos planos é somente motivada pela ânsia dos privados capturarem as mais-valias urbanísticas que, imoralmente, a nossa Lei lhes concede. Todos os proprietários de solos agro-florestais querem que o seu terreno passe a ser urbanizável, pois sabem que no instante em que o alvará de loteamento lhes for concedido o seu património passa a valer centenas de vezes mais, sem qualquer risco, esforço ou mérito da sua parte. Esta é uma situação jurídico-administrativa sem paralelo em todo o Ocidente, e é a verdadeira causa das tremendas pressões que os privados exercem sobre a elaboração dos PDMs de modo a tornarem loteáveis os seus terrenos com os índices o mais elevados possíveis. Daí resulta o caos urbanístico que nos distingue do resto da Europa, onde a Lei é bem diferente.

EXPR: Como resolver as brechas que permitem que se contorne a lei e facilmente se transformem solos rurais em urbanos, de acordo com «as simpatias» dos autarcas e sem qualquer planeamento?
PBA: É preciso matar a serpente no ovo. O móbil dessas tentativas de contorno da Lei é a captura das mais-valias urbanísticas trazidas pela acção urbanística da administração pública. Se a Lei consagrar a recaptura pelo Estado dessas mais-valias deixa de haver a maior parte da motivação para a procura de licenciamentos “excepcionais”. Melhor ainda seria que nem sequer houvesse necessidade de “recapturar” as mais-valias: estas deveriam ser desde logo retidas na fonte.
Seria sobremodo benéfico para o ordenamento do território em Portugal que se instituísse uma ordem jurídica capaz de seguir o preceito da indiferença dos terratenentes face aos planos urbanísticos: o proprietário dos solos agro-florestais deveria mover-se num quadro legal onde lhe seriam economicamente indiferentes as alterações aos planos urbanísticos: se por meio da revisão destes o seu terreno recebesse mais-valias urbanísticas, estas seriam recapturadas pelo Estado; se o seu terreno recebesse menos-valias, estas ser-lhe-iam ressarcidas. O mesmo preceito deveria ser aplicado às mais-valias que resultam do aumento dos índices de construção: taxas ou indemnizações, consoante o caso, deveriam assegurar que o proprietário não obtivesse nenhum proveito económico nem nenhum prejuízo económico quando o seu lote visse alterado o volume de construção permitida.

EXPR: Refira um ou dois exemplos concretos que reflictam esta realidade.
PBA: Não têm faltado na imprensa nacional escândalos relacionados com a aprovação excepcional de loteamentos, seja quanto à área afectada, seja quanto aos elevados índices de construção concedidos. O que mais surpreende, no entanto, é que quase todos esses escândalos tenham cobertura legal.
Um método muito empregue para viabilizar legalmente um empreendimento urbanístico não previsto em PDM consiste em suspender este último nos termos do Decreto-Lei nº 380/99, licenciar o empreendimento, e recolocar o Plano em vigor. Tal processo é permitido sempre que “se verifiquem circunstâncias excepcionais resultantes de alteração significativa das perspectivas de desenvolvimento económico” (artigo 100º) e resulta da deliberação da assembleia municipal sob proposta do executivo camarário, ou ainda por meio de decreto regulamentar.
Ora, nenhum PDM é dotado de uma análise exaustiva do seu impacto económico, quantificando rigorosamente os efeitos que terá sobre o preço dos solos e dos edifícios, discriminando quem irá beneficiar do plano, quanto irá ganhar, e quem irá pagar os custo finais desse mesmo plano. Isto é tanto mais surpreendente quanto é sabido que poucas acções da Administração Pública influenciam mais os custos do imobiliário do que os planos territoriais. Sendo assim, como é possível analisar objectivamente a “excepcionalidade” das circunstâncias que rodeiam os empreendimentos? Está-se no domínio do puro julgamento subjectivo e arbitrário, numa decisão que envolve a concessão de fortunas “trazidas pelo vento”. Como pode ser que numa assembleia municipal, ou num gabinete autárquico, se possa decidir a valorização de um hectare de terreno em até 500 mil contos, sem qualquer mérito do proprietário?

EXPR: Como equaciona a recaptura das mais valias urbanísticas? Acha que o Estado deve ter a prerrogativa de lotear o solo ou esta deve estar nas mãos dos privados?
PBA: Importa distinguir três etapas da expansão urbana: o loteamento, a urbanização e a edificação.
• O loteamento é uma mera operação jurídico-administrativa em que um terreno agrícola é repartido em lotes privados para construção, e certas parcelas desse terreno são reservadas para as acessibilidades e outras infra-estruturas comunitárias. É por via do loteamento que o terratenente realiza as mais-valias urbanísticas, mesmo sem ter realizado qualquer obra física.
• A urbanização é o processo de desenhar e implantar a malha urbana, no que concerne a acessibilidades e infra-estruturas públicas. É neste processo que se desenham e constroem ruas, praças, avenidas, jardins, &c, e se decide a volumetria e os usos a autorizar em cada lote.
• A edificação é o processo de construção dos edifícios nos respectivos lotes, em obediência aos planos de urbanização.
Sou favorável à ideia segundo a qual o loteamento deve ser uma operação inteiramente pública, a urbanização uma empreitada de obras públicas sujeita a concurso, e a edificação um processo inteiramente privado.
É sobremodo fundamental que a Administração detenha a prerrogativa exclusiva de lotear o solo, como tende a ser prática comum nos países mais desenvolvidos, sendo exemplos particularmente rigorosos desta filosofia a Holanda e a Suécia. Só dessa forma se consegue assegurar que perto de 100% das mais-valias urbanísticas sejam utilizadas para o bem comum, e se logra vencer a pressão dos particulares para lotear e urbanizar os seus terrenos, onde quer que eles se localizem e independentemente das reais necessidades do colectivo.
A par deste método, que necessariamente passa pela posse pública dos terrenos urbanizáveis, existem outros métodos mistos de parceria entre a Administração e os particulares. Todos eles, porém, controlam de forma draconiana a recaptura de mais-valias urbanísticas, exigindo aos loteadores particulares o pagamento de taxas e a prestação de contrapartidas.
Actualmente, as mais-valias urbanísticas podem ser cobradas ao terratenente no âmbito do IRS ou do IRC. Isto levanta um problema ontológico de base: deve o Estado cobrar impostos sobre um rendimento imerecido que resultou da sua própria acção urbanística? Será apropriado que o Estado conceda a um particular um milhão de euros em mais-valias urbanísticas, autêntico grande prémio de lotaria (no sentido em que não resultou do trabalho, mas da “sorte” de uma decisão político-administrativa favorável), e depois tribute apenas 40% dessa fortuna?

EXPR: Como classifica a actuação dos autarcas e das CCDRs ?
PBA: Tal como afirmei, o acto político-administrativo de reclassificar como “urbanizável” um terreno até aí “agro-florestal” traz ao respectivo proprietário uma fortuna imediata, sem esforço nem risco. Ora, o autarca é um protagonista deste acto: os seus bons ofícios são o toque de Midas que converte em ouro o património imobiliário. As CCDRs também influem neste processo, facilitando ou impedindo a reclassificação. Da capacidade argumentativa do terratenente e do beneplácito daqueles decisores depende a captura, ou não, das imensas mais-valias urbanísticas. É uma enorme fortuna “trazida pelo vento” que está em jogo, e o seu destino é jogado largamente segundo a consciência do decisor político e administrativo.
A avaliar pelas fortunas imerecidas que o urbanismo tem gerado, e pelo caos que tem resultado de inúmeros licenciamentos avulsos e rentabilíssimos, não posso classificar de benéfica a actuação dos autarcas nem das CCDRs. O mesmo se pode dizer de outros diplomas legais de instância superior que produzem as mesmas excepções aos planos e os mesmos rendimentos.

EXPR: Em que moldes uma nova lei das Finanças locais pode corrigir o actual regime especulativo sobre o uso do solo? Há representantes da Ordem dos Arquitectos no grupo de trabalho?
PBA: A tributação do património imobiliário não pode ter como mera função arrecadar receitas para o Estado e as Autarquias. Deve ser também um instrumento para estimular o bom uso dos imóveis e desmotivar o seu subaproveitamento e açambarcamento especulativo.
Se, à semelhança do que se faz nos países mais desenvolvidos, o proprietário de um imóvel devoluto (rústico ou urbano) contribuísse com uma tributação muito agravada, e em casos mais graves de abandono prolongado sofresse uma coima ou visse o seu imóvel ser automaticamente chamado à posse administrativa, é certo que o mercado imobiliário ganharia uma fluidez muito saudável. Cessariam os açambarcamentos especulativos, os edifícios desocupados e os campos incultos seriam colocados no mercado a baixo preço, e o subaproveitamento do território seria desmotivado. As próprias mais-valias urbanísticas minguariam à medida que fossem desprovidas da sua fracção especulativa.
É frequente afirmar-se que número excessivo de licenciamentos de construção feitos nos nossos municípios resulta da sua necessidade de obter receitas por via da cobrança de licenças e de contribuições autárquicas. Não creio que seja esse o caso: a causa mais provável será a intensa procura de alvarás de loteamento por parte dos terratenentes, que desse modo enriquecem, e de que maneira!, com as mais-valias urbanísticas.

EXPR: Faz sentido continuar a alargar perímetros urbanos nos concelhos da Grande Lisboa e do Grande Porto?
PBA: Talvez nos devêssemos perguntar se se deverá forçar os portugueses que hoje habitam os enormes e miseráveis subúrbios das nossas cidades a permanecerem o resto das suas vidas nesse mesmo género de subúrbio, ou se se deverão criar novas expansões urbanas condignas, espaçosas, confortáveis, vendidas a preços baixos, o mais possível isentas de empolamentos especulativos. Se se optar por esta segunda via, necessariamente haverá que criar novas expansões urbanas, quiçá nos moldes das “New Tows” britânicas: cidades-jardim, de baixa densidade, resultantes de loteamentos públicos, a preços acessíveis. O bairro lisboeta da Encarnação seguiu este modelo, mas foi construído antes de a Lei dos Loteamentos de 1965 ter liquidado o urbanismo em Portugal e impossibilitado a continuação desse modelo de planeamento. Para tornar de novo exequíveis esta forma de planear é imprescindível uma revisão profunda das nossas bases legislativas do ordenamento do território.

EXPR: Faz sentido construir de novo ou requalificar?
PBA: Parece-me fazer todo o sentido requalificar bairros de grande qualidade de desenho e de construção; parece-me difícil requalificar bairros desprovidos de ambos os atributos. Duvido que exista requalificação possível para Massamá, para a Tapada das Mercês, para a Ramada, para o Cacém, para o Casal de São Marcos e todos os seus equivalentes de Norte a Sul do país. Além disso, a robustez de muitos desses edifícios é tão precária que dentro de poucas décadas poderão tornar-se inseguros. Na melhor das hipóteses poder-se-ão administrar pequenos paliativos: criar jardins nas escassas manchas de solo desocupado, instalar mobiliário urbano, &c. Essa será uma solução conjuntural. Para uma solução estrutural será necessário, a meu ver, criar novas expansões urbanas (as cidades-jardim que já referi) segundo os trâmites de uma legislação urbanística que consagre a prerrogativa estatal dos loteamentos e a função social das mais-valias urbanísticas.

EXPR: Portugal pode enfrentar um «crash» do mercado imobiliário?
PBA: Faltam-me estatísticas objectivas, imparciais e abrangentes sobre este fenómeno. Em todo o caso, a imprensa económica nacional e internacional vem anunciando a iminência de quebras muito acentuadas no volume de vendas, assim como uma quebra nos preços praticados.
Em certos bairros periféricos de Lisboa, Porto e Coimbra o preço do imobiliário desceu 20% no último ano – facto inédito na última década, durante a qual o preço dos imóveis subiu 300% por fenómenos inteiramente especulativos.
Estima-se que existam mais de 700 mil fogos habitacionais devolutos em Portugal, muitos dos quais novos e nunca habitados. Os seus preços mantêm-se artificialmente elevados devido ao açambarcamento de que são alvo. No dia em que o nosso país aplicar coimas à retenção de imóveis sem uso, o mercado imobiliário ver-se-á obrigado a baixar muito significativamente os preços para conseguir escoar com rapidez o excesso de oferta.

EXPR: De quem é a responsabilidade do caos urbanístico dos últimos 30 anos?
PBA: De todos os políticos governamentais e autárquicos que sobre a questão absolutamente axiomática que é a recaptura das mais-valias ou cultivaram a ignorância, ou cultivaram o silêncio, deixando crescer um caos urbanístico muitíssimo rentável para alguns promotores e muito prejudicial para toda a restante sociedade. Este problema afecta-nos gravemente desde que foi promulgada a Lei dos Loteamentos (D.L. 46673) de 1965, mas nunca foi discutido em profundidade na Assembleia da República, o que é insólito.
A questão das mais-valias urbanísticas tem sido profundamente estudada por toda a Europa desde os finais do século XIX, posto que é o busílis económico de toda a problemática do planeamento urbano. Sem recaptura das mais-valias urbanísticas o urbanismo não passa de uma subtil guerra hobbesiana pela exploração de solos urbanizáveis. Em todos os países civilizados esta questão mereceu a mais alta atenção por parte de juristas, economistas, urbanistas e políticos, ao passo que no nosso país tem sido marginalizada. Não se compreende como é que em Portugal a classe política tem tratado esta questão como um mero fait-divers, ao mesmo tempo que deixa alguns promotores imobiliários enriquecerem imerecidamente com as mais-valias urbanísticas que, no fim, serão pagas por todo o colectivo. Quem sofre com esta incúria são os portugueses que comprometem quase metade do seu orçamento familiar num crédito à habitação que demora toda uma vida a liquidar.
Também tem sido altamente censurável a marginalização e adiamentos sistemáticos a que foram votadas as reformas da lei dos arrendamentos e da tributação do património imobiliário. Em ambos os domínios encontramo-nos décadas atrasados.

EXPR: Será realmente a captura privada das mais-valias urbanísticas associadas aos loteamentos particulares a principal causa do caos urbanístico?
PBA: Podemos constatar por via sincrónica e por via diacrónica como o problema do caos urbanístico deriva da concessão do direito de lotear aos particulares. Há, de resto, uma ampla bibliografia nacional e estrangeira a sustentar esta tese.
Análise sincrónica: o caos urbanístico português é quantitativamente e qualitativamente muito mais acentuado do que o existente nos restantes países europeus. Qual a principal, a esmagadora diferença, entre o nosso sistema jurídico-administrativo e o deles? O facto de nós não só permitirmos que sejam os proprietários dos terrenos a loteá-los, como também a guardar para si as mais-valias urbanísticas. Além disso, países europeus vizinhos penalizam gravemente a sub-utilização e a retenção especulativa de imóveis, quer urbanos quer rústicos.
A título de exemplo, comparem-se vilas fronteiriças como Vilar Formoso e Fuentes de Oñoro. Do lado português existem inúmeros edifícios devolutos, um desenho de expansões urbanas de medíocre qualidade, e um espaço agro-florestal derrelicto. Do lado espanhol vemos a maioria dos edifícios sendo utilizados e bem mantidos, uma área urbana com um traçado bem ordenado, e um espaço agro-florestal cultivado. Entre uma vila e outra não difere o contexto social, nem económico, nem agrícola, mas apenas o contexto jurídico e tributário.
Análise diacrónica: comparemos por fotografia aérea os "anéis de crescimento" das expansões urbanas portuguesas antes e após 1965, ano em que os loteamentos e urbanizações particulares começaram a ser autorizados em Portugal, justamente ao contrário de tudo o que se vinha legislando no resto da Europa. Comparemos a qualidade da malha urbana construída quando o Estado era a única entidade autorizada a urbanizar (analise os "ensanches" de Ressano Garcia e de Duarte Pacheco, por exemplo) e a construída quando as expansões urbanas foram entregues aos promotores particulares. Comparemos as urbanizações estatais dos anos 30, 40, e 50 com as urbanizações privadas que se vêm fazendo desde os anos 60. O que as faz tão diferentes? As legislações que amparavam um e outro.
O problema dos loteamentos vai além da simples esfera urbanística. Da foz do Lima à foz do Sado, basta à Administração Pública autorizar o loteamento de 4 ou 5 hectares para enriquecer instantaneamente o respectivo proprietário em até mais de um milhão de contos. Rendimentos desta natureza e desta magnitude, que não resultam do trabalho e são pagos com o esforço financeiro de toda a sociedade, corrompem a moral pública, as instituições administrativas e todo o empreendedorismo económico. Acresce ainda que há um imenso custo de oportunidade associado à especulação imobiliária: o capital nela investido é subtraido ao investimento na indústria, nas florestas, na agricultura...
Por fim, “last but not least”, importa referir que o facto de o nosso Estado não controlar as mais-valias tem um custo directo para todos os que adquirem habitação. Em média, elas representam até 50% do preço do edifício final. Se o Estado retivesse as mais-valias na fonte e promovesse a sua redução, essas mais-valias reduzir-se-iam para 15% ou menos do preço do edifício. Por outras palavras: a habitação em Portugal poderia custar menos 35% - um montante nada despiciendo para o orçamento familiar dos portugueses.

segunda-feira, março 12, 2007

Raízes na RTP




Amanhã a Raízes estará no Portugal no Coração em mais uma oportunidade que nos foi dada para dar a conhecer o nosso projecto.

Desde já agradecemos à produção do programa pelo convite e simpatia.

Não percam mais uma oportunidade de nos ficar a conhecer.

quinta-feira, março 08, 2007

Raízes no Porto Canal

Durante esta semana será possível ver uma entrevista com a Raízes no Porto Canal.

Aqui ficam as datas e horas das emissões:

Sábado - 14h00
Domingo - 12h00
Segunda - 14h00
Quarta - 15h30
Sexta - 10h00

Aproveitem para conhecer um pouco mais sobre nós e o nosso projecto

Cantinho Raízes



Abriu hoje o primeiro Cantinho Raízes no Supermercado Mira Ramos - Arcozelo

Esta iniciativa tem como objectivo disponibilizar Produtos Biológicos para as pessoas, de forma a que elas os possam obter a granel a um preço justo.

A partir de hoje todos poderão encontrar produtos biológicos no Supermercado Mira Ramos, junto da estrada nacional 109 - Arcozelo.

Aproveitem para conhecer um Supermercado e descobrir como é possível aliar num Supermercado, uma boa imagem e competitividade com atendimento pessoal, simpatia e ambiente familiar.


segunda-feira, março 05, 2007

Cantinho Raízes

Produtos Biológicos no Supermecado Mira Ramos - Arcozelo

No próximo dia 8 de Março, Quinta-feira a Raízes passa a disponibilizar mais um espaço onde poderá encontrar produtos biológicos.

Para isso criamos um Cantinho Raízes no Supermercado Mira Ramos. Neste cantinho poderá adquirir produtos biológicos a granel. Assim poderá obter produtos biológicos mais à medida das suas necessidades.

Para mais informações contacte-nos.

e-mail: info.raizes@gmail.com
telmv.: 919023458

Ponto de Venda no Quintal


Neste último dia 3 de Março a Raízes abriu o seu primeiro Ponto de Venda na Bioshop "O Quintal".

O Quintal é um espaço de conforto onde pode para além de comprar produtos Biológicos, tomar também um chá ou comer algumas delicias que por lá existem.

Para além disso tudo, agora no Quintal poderá também encomendar os seus legumes e frutas biológicos, isto através da Raízes.
Basta deslocar-se ao Quintal ou contactar a Raízes directamente para obter mais informações.

Todas as Quartas às 17h00 entregaremos os cabazes de legumes no Quintal que poderão ser levantados até às 20h00 do mesmo dia. (Cabazes só por encomenda)

sábado, fevereiro 17, 2007

Nova Página Web a Caminho

A Raízes prepara o lançamento da sua nova página Web.

Por esta razão a nossa actual página tem estado desactualizada. Aconselhamos por isso todos os eventuais interessados nos nossos cestos ou no nosso projecto a entrar directamente em contacto connosco.

A nossa nova página poderá ser encontrada futuramente em:


WWW.RAIZES.ORG

Contamos ter a nossa nova página disponível o mais rapidamente possível

sexta-feira, fevereiro 16, 2007